sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009

Insegurança e medo são sentimentos que marcam profundamente os usuários dos trens da empresa SuperVia, na cidade do Rio de Janeiro. Após uma semana marcada pela greve dos ferroviários, que reinvindacavam por melhorias no transporte, conturbadas e inusitadas situações como a ocorrida na estação de Madureira, onde um repórter da TV Globo filmou um grupo de Agentes de Controle agredindo passageiros em uma composição desumanamente superlota, faz com que o medo de uma nova greve e de que agressões como as divulgadas por todos os veículos de comunicação voltem a acontecer, uma vez que tais modificações não estão sendo notadas pelos usuários do transporte.
De acordo com relatos de passageiros as cenas de violência são rotineiras, e que situações como as ocorridas em Madureira são habituais em outras estações nos demais ramais, dizem ainda, que os Agentes de Controle, não usam apenas os tais “chicotes” dos apitos, usam ainda pedaços de pau, barras de ferro, cabos de vassouras e cães, para reprimir pessoas que pulam os muros das estações ou estejam segurando as portas nos vagões.
A Advogada Amanda Ferraz, 36 anos, diz já ter presenciado inúmeras citações como as divulgadas pela mídia, nas estações do ramal que Liga Deodoro a Central do Brasil. “utilizo os trens todos os dias da semana, por ser um transporte rápido, vivemos em uma cidade onde o transporte público esta a beira de um colapso, infelizmente vira e mexe é possível ver uma pessoa sendo agredida ou mal atendida nas estações, sei que segurar as portas das composições é crime, porém, acredito que a empresa deveria executar um trabalho de reciclagem junto a seus funcionários, para que possam atender melhor as pessoas que fazem uso dos trens”, diz a Advogada.
Para a Supervisora de Call- Center, Cristina Siqueira, 30 anos, seu maior medo e que a greve volte a acontecer, e que todo o transtorno volte a mudar sua rotina diária. “Moro em Saracuruna, e dependo do trem para ir trabalhar todos os dias, a passagem dos ônibus aqui é cara e de carro, torna meu orçamento um pouco puxado, tenho medo que as reinvidicações feitas pelos maquinistas, não sejam atendidas e que todo aquele pesadelo volte a acontecer”, relata Cristina.
Em comunicado, divulgado pela rádio interna da concessionária, o Presidente da SuperVia, Amin Murad, em resposta aos acontecimentos pediu desculpas aos usuários e disse que a atitude tomada pelos Agentes de Controle contraria as normas da empresa. “Estou aqui para pedir desculpas a cada um de vocês, pelo episódio lamentável ocorrido na quarta feira (15), na estação de Madureira. Gostaria de ressaltar que tais atitudes contrariam completamente os valores de nossa companhia, que tem como foco o respeito a você, os Agentes de Controle, estão aqui para atender a todos com dignidade”, Comunicou Amin Murad.
O Representante comercial, Carlos Cavalcante, 42 anos, alega que os pedidos de desculpas sempre são feitos após ter acontecido algo que a mídia faz uma divulgação, porém muitos outros casos já aconteceram e como não foram noticiados, ficaram sem punições. “acredito que o papel dos Agentes de controle seja fundamental nas estações, mas agredir pessoas que ajudam a pagar seus salários é uma atitude nada menos que desequilibradas. Seria melhor os representantes da SuperVia antes de pedirem desculpas, treinassem melhor seus funcionárários. A população também têm um papel importante nesta melhoria todos devem se conscientizar e ajudá-los comunicando os erros e impedindo que alguns vândalos destruam um patrimônio bastante utilizado por todos há muito tempo.
“somos devidamente treinados nas práticas de atendimento, acompanhamos palestras onde é possível aprender técnicas de abordagem, o resto, trata-se de questão de educação, não sou defensor de ninguém, apenas dou meu ponto de vista sobre o assunto onde a maioria acaba pagando por uma equipe mal formada e despreparada psicologicamente para atuar em situações de crise, afinal estávamos enfrentando uma greve, é comum termos pessoas segurando portas isto é uma realidade, infelizmente isto acontece, pois assim como existem as exceções de guardas mal preparados temos uma parcela de clientes com baixo grau de educação e respeito ao próximo, que ao segurar as portas impede que os que saem de suas casas para trabalhar, cheguem ao seu destino ou retornem com a devida segurança e pontualidade, pois a viagem acaba sendo retardada, afinal os trens não podem sair com as portas abertas” diz M.R.
domingo, 5 de abril de 2009
O DRAMA DAS BALAS PERDIDAS
Como era a comunidade quando você veio morar aqui?
Era boa, tinha poucas pessoas morando ainda, vim pra cá com meus pais quando tinha 16 anos. Brincava no meio da rua com meus amigos sem me preocupar com tiroteio e coisas deste tipo. Hoje, não deixo meu filho nem ir até o portão sozinho e muito menos ficar brincando na rua com os amiguinhos dele, porque quando menos esperamos a polícia sobe o morro e começam os tiros, pondo em risco as pessoas que moram no morro.
Qual é a sua opinião sobre a violência aqui no Rio de Janeiro?
Minha opinião não e muito diferente das outras famílias que moram próximas ou em comunidades carentes, a de total abandono.
Qual e seu maior medo, sabendo que a violência só cresce na cidade?
Meu maior medo e perder meu filho que esta com cinco anos de idade e meu marido que trabalha fora e chega à noite por volta das 10:00 hs.
Qual é a medida que vocês tomam quando acontecem os confrontos entre polícia e bandido na comunidade?
Agente se esconde abaixado no banheiro, porque fica localizado no meio da casa e se vier alguma bala terá que passar por três paredes até chegar onde estamos.
Já esteve em meio a um confronto?
Sim, estava voltando do trabalho e quando menos esperava a polícia apareceu e começou um tiroteio infernal. Era muito tiro eu me escondi atrás de um carro e me joguei no chão, fiquei lá por mais ou menos duas horas até a polícia ir embora e os tiros pararem.
O que você pensa para o futuro?
Para o meu futuro não penso em muita coisa não, mais para o futuro do meu filho sim; ele só tem cinco anos e ainda tem muita coisa para fazer. Primeiro quero sair deste local, que antes era de muita tranqüilidade. Agora estou vendendo a minha casa para mudar para um local menos violento, sei que vai ser difícil encontrar, mais sei que ainda existe. E só assim ficarei despreocupado em relação ao futuro de minha família.
Não espero mais nada. Não temos mais em quem confiar, votamos porque é “obrigatório” mesmo sabendo que estamos colocando mais um bandido na política brasileira que podemos considerar mais um reforço para a violência que já existe e que piora a cada dia.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Timidez:um obstáculo para o progresso profissional

Cerca de 200 mil brasileiros desaparecem
Famílias enfrentam dificuldades para se reestruturarem TRIBOS URBANAS: SINÔNIMO DE PRECONCEITO

A expressão "tribo urbana" foi cunhada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, que começou usá-la nos seus artigos a partir de 1985. A expressão ganhou força três anos depois com a publicação do seu livro Le temps des tribus: le déclin de l'individualisme dans les sociétés postmodernes.
Maffesoli destaca algo paradoxal nas tribos urbanas. Elas são instáveis e "abertas", podendo uma pessoa que participa delas "evoluir de uma tribo para a outra". Por outro lado, essas tribos alimentam um sentimento de exclusividade e um "conformismo estrito" entre seus participantes.
Hoje em dia, não é raro encontrarmos pelas ruas da cidade tribos de diversas particularidades, com sentimentos e atitudes culturais variadas. Uma das tribos mais recente e muito comentada nas escolas e faculdades são os EMOS. Grupos com características marcantes, compostos por jovens com feições tristes, trajes escuros, olhos pintados de preto e franjas caindo sobre os olhos. Chegaram ao Brasil em meados de 2003 sob a influência do estilo musical “emocore” – rock pesado com letras românticas.
Devido às características marcantes e atitudes inusitadas os jovens que fazem parte desta tribo sofrem com o preconceito, que freqüentemente são expostos.
O estudante Ricardo Bittencourt, 22 anos diz ter passado por humilhações pelo fato de ser Emo. “Estava no shopping com meus amigos também Emo, quando fomos abordados por dois homens aparentando ter entre 39 e 40 anos, que nos humilharam na praça de alimentação, aos gritos nos chamaram de gays, disserem que havíamos errado ao nascer e que éramos motivo de desgosto para nossos pais”, conta Ricardo.
“Senti-me humilhado, todos nos olharam, alguns com pena, outros com desconfiança e alguns até sendo favorável a situação, aproveitaram para dizer que somos jovens doentes”, acrescenta o estudante.
A psicóloga Márcia Chagas, esclarece que na sociedade em que vivemos, ser diferente gera preconceito, este sentimento pode ser visto como um entrave do desenvolvimento e do relacionamento da humanidade.
Para ela, é inadmissível aceitar atitudes e situações como as enfrentado pelo estudante Ricardo, porém é indiscutível sentir o preconceito e, somente é capaz de percebê-lo quem já passou por tal situação.
“Discrimina-se por quase tudo: pelo vestuário, pela linguagem, pela cor, pelo credo, pela posição social, etc. apesar de serem considerados depressivos, a maneira de se vestir ou cortar os cabelos pode ser uma forma de chamar a atenção sobre si, e nem sempre vem acompanhado de melancolia” esclarece.
“Tudo isto deveria ser diferente, afinal, vivemos em um pais onde a diversidade cultural é tão presente, que o surgimento dessas tribos deveria ser vistos com outros olhos, aceitar seria a palavra chave, quando isto acontecer, haverá um lugar onde as pessoas enfim poderão ser compreendidas e aceitas como seres comuns.” Conclui.
LISTA DE TRIBOS ESPELHADAS PELO MUNDO
Headbangers, Punks,Góticos, Headbangers, Rivetheads, Emos, Hippies, Grungers, Rappers, Pagodeiros, Clubbers, Skinheads, Surfistas, Otakus, Geeks, Regueiros, Rodados, Torcedor Organizado, Patricinhas, Playboys, Mauricinhos, Preppys, From UK, Basofes, Mitras/Chungas, Fashionistas
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Cerca de 300 mil brasileiros vivem marginalizados, excluídos da vida social. Seres Humanos com esperanças esgotadas, perdidas em meio à paisagem urbana.
Percorremos, eu e meu amigo Roberto Batista, o centro da cidade e a orla de Copacabana em um dia de feriado, mais precisamente no dia 22 de Maio de 2008 (corpus Christi), para capturarmos fotos a serem apresentadas a um trabalho de faculdade. Escolhemos o tema Faces do Rio, que tinha como objetivo mostrar os dois lados da moeda na vida e no cotidiano de uma metrópole como o Rio de Janeiro.
Mostramos com este trabalho momentos felizes e tristes da realidade carioca, momentos glamurosos como pessoas fazendo massagem e admirando a linda paisagem das praias de Copacabana e de abandono representado por uma mulher comendo alimentos encontrados nas lixeiras dos quiosques e outra dormindo em meio a um montante de lixo na calçada. Situações que são vivenciadas pelos cidadãos todos os dias e a todo instante. Através das fotos que serão mostradas a seguir, é possível identificar o contraste de uma realidade visível aos olhos de quem quer enxergá-las, como pessoas que fazem parte do quadro social, mas que são vistas como “fantasmas ambulantes”. É possível parar por um estante que seja, e observar que as pessoas quase passam por cima e não vê que são seres humanos.
É triste, porém, uma realidade que dia-após-dia só aumenta. Já tive a oportunidade de ter uma conversa com moradores de rua, constatei que na maioria são pessoas que já ocuparam status e que vieram de famílias com nível financeiro elevado, mas que por motivos que alguns preferem não comentar os levam a se isolar e a viverem nas ruas.
Severino de Castro e Catarina Boaventura, nomes fortes e de boa aparência, apesar de estarem sujos, vivem nas ruas e justificam o motivo de estarem nesta situação da seguinte forma:
“o destino me deu tudo que uma pessoa poderia ter, porém, o mesmo destino me
tirou tudo que tinha e agora me encontro na decadência que estou. Já fui rico um
dia, já tive bens de valores que nem acredito ter possuído, mas a sorte me
largou e agora tudo que me resta são estas roupas sujas, depender dos outros
para comer, do governo já não espero mais nada, porque já se sabe o quanto eles
nos admiram, afinal somos apenas pedaços de trapos perambulando pelas ruas da
cidade e incomodamos apenas os donos de restaurante e estabelecimentos que
ofereçam comidas a seus clientes. Para mim só o que me resta e esperar e rezar
para que um dia quem sabe, eu possa sair desta pra melhor, ou melhor, dizendo,
partir desta pra melhor. Morrer sem esperança de melhorias para mim, minha
esposa e as outras milhares que estão por este mundo de meu Deus”. DesabafaVeja contrastes que foram possíveis serem fotografados e observem como o Glamour e o Descaso caminham lado-a-lado.
segunda-feira, 14 de julho de 2008


Desde então os gibis ou revistas em quadrinhos como queira chamá-los, tomaram conta da vida e do cotidiano dos mais novos aos mais velhos sem distinção de idade. Muitos começaram a ler gibis pelo fato de se imaginarem por alguns instantes que seja um super herói e caírem de corpo e alma nas cenas ais quais estão lendo, ou até mesmo, como uma forma de distração (passa tempo), ou para as crianças uma forma também de aprenderem a ler e escrever de forma correta.
Os quadrinhos sem dúvidas vieram para inovar a vida dos adeptos do livrinho, que aos poucos foi tomando conta do cotidiano, em geral das crianças e a prova disto estão nos dias de hoje, onde mesmo com o avanço da tecnologia e o acesso a Internet de forma mais habitual o nosso velho e amigo gibi ainda continua fazendo parte da vida de muitas pessoas, que aos lêem continuam com as mesmas imaginações como enquanto crianças ou como uma descoberta do aprender e se deixar vivenciar pelos acontecimentos encontrados numa revistinha em quadrinhos.
De uma coisa podemos ter certeza, pode vir todos os tipos de tecnologias que o gibi será sempre companheiro, pois enquanto ele estiver despertando nos leitores sentimentos de estarem envolvidos na trama nunca se acabarão.

Fica parecendo que gentileza virou sinônimo de tolice e as palavras que reinam são injusto, mesquinho, fanfarrão e espertalhão.
A ética individualistas encontradas nos escritórios, como mostrados no programa de televisão o Aprendiz, onde é fato momentos de puxadas de tapetes, cotoveladas simbólicas e intrigas sendo formadas nos corredores contra aquele que tente se opor as suas opiniões e anseios que o fará ficar cada vez mais distante do sonhado pódio, ou seja, a colocação na escolha do mais novo integrante da empresa e vencedor do programa.
Ainda é possível mudar estes tipos de atitudes nas pessoas, pois gentileza e boas maneiras, além de tudo, funciona sim.
Basta as pessoas não importando sua classe social ou grau de escolaridade, por em mente que somente com uma boa educação será possível para modificar o quadro atual e que parece estar a cada dia sendo deixado de lado.
Educação vai além de um princípio moral ou de livros de etiqueta que alguém escreve com intuito de amenizar esta barbárie social; educação é um bem que se ganha de berço as escolas e a vida só existem para complementá-las e melhorá-las, e deve ser utilizada em todas as ocasiões, Há quase esqueci..., muito abrigado por ler meus textos!!!
PARA POUCOSA tecnologia foi apresentada como a maior revolução nas telinhas desde que elas começaram a exibir cores. Mas a revolução veio acompanhada de fatores problemáticos o primeiro deles foram os preços dos conversores, equipamento capaz de adaptar o novo sinal aos aparelhos de tevê, para receber o sinal digital. Outro problema é o fato de a alta definição de imagem só poder ser obtida em televisores mais modernos e caros, como os de tecnologia de plasma ou LCD. Porém os problemas foram revistos e alterados para soluções, os valores dos conversores baixaram de preços após decisão do presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva criando os modelos populares, ou seja, de valores mais accessíveis as demais classes da população brasileira. Vale a pena lembrar que os modelos populares só serão interessantes no período de transição da tecnologia enquanto as telas de alta definição não estiverem presentes na maioria dos lares.
Assim é possível afirmar que passado o momento inicial, a população tenha acesso a canais abertos com qualidade de som e imagem superior à da tevê paga, mas este processo certamente caminhará em rápidos sem se tornar um processo elitista, e dará ao espectador um programa de longa duração e de qualidade, assim como aconteceu nos processos de transição de celulares, DVDs e computadores.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Se pensarmos pelo fato de facilitar, provavelmente surgirão novas dúvidas, uma vez que sempre que ele estiver localizado na frase nos remeterá a uma resposta, e desta resposta surgirão outras e outras perguntas... então, fica complicado falar sobre sua facilidade, porém se ele não existisse teríamos ainda uma maior complicação em por exemplo, como saberíamos se uma frase se tornaria uma interrogativa se o sinal que a pré dispõe é o ponto de “?”. De que forma seria feita uma afirmação se para termos-na temos que antes ser perguntado sobre algo, ou do contrário teríamos um emaranhado de pessoas inseguras em suas afirmativas sem antes haver uma interrogativa.
Na verdade, é complicadíssimo responder esta”?”, pois fica parecendo um ditado popular que muita gente conhece “ Quanto mais mexe mais fede!” o que me leva a perguntar o que você acha do ponto de interrogação? Ele facilita a vida das pessoas ou complica?
sexta-feira, 2 de maio de 2008


Caso que chocou o Brasil, tornou-se o mais comentado e abordado na imprensa e pelas pessoas que dia após dia são submetidos a dúvidas por parte das decisões finais da polícia sobre o caso, a impressão que fica é a incapacidade que os órgãos competentes incumbidos pelas investigações para desvendar este crime misterioso que hora divulga que os culpados são quem a população acompanhadora do caso diz esta claro "pai e madrasta"; e depois desmentem com novas versões retirando a culpa imposta anteriormente sobre eles, esta muito a quem de uma de uma resolução comprovada com atitudes competentes.
Conversando com pessoas sobre o caso, percebi que à vontade delas seria fazer justiça com as próprias mãos, porém, a lei que dizem existir no País não as deixa realizar tal atitude, e que só no Brasil casos como este acontecem e ficam sem justificativa e punição ou apagam com o passar do tempo, se fosse em outros países, onde a lei para casos como este seria a pena de morte e que com certeza já teríamos uma finalização para o caso da menina, com o pai e madrasta punidos com o rigor da lei.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
O atual quadro da saúde pública na cidade do Rio de Janeiro é vexatório. Após diversas promessas do governo em propor melhorias, nada foi feito, e, no entanto, continuamos vendo hospitais em total estado de calamidade, com médicos mal remunerados e com atendimento precário.
É comum, nos hospitais públicos da cidade encontrarmos pacientes espalhados pelos corredores aguardando atendimento, em macas improvisadas ou até mesmo no chão, correndo o risco de se contaminarem por alguma doença hospitalar. Em alguns casos, pacientes estão à espera de um exame e se deparam com aparelhos quebrados ou em péssimo estado de conservação, tendo que aguardar a transferência para outra unidade.
Esse não é apenas o único problema enfrentado pelos pacientes, a falta de médicos e medicamentos e tão agravante quanto a própria situação dos hospitais, pois são má remunerados, porém, por amor à profissão tentam encarar a situação de forma natural, mas o esforço torna-se invão quando se deparam com a realidade da falta de profissionais apto
s e que queira receber o valor salarial proposto pelo governo.
O quadro pode ser revertido se o governo abraçar essa causa com mais afinco e objetividade, oferecendo ao cidadão, hospitais com leitos e equipamentos de qualidade, rapidez no atendimento, médicos capacitados, aumento no efetivo e melhorias nas remunerações. E dar ao povo a dignidade, que eles merecem, uma vez que os elegeram na esperança de melhorias no bem estar social.
Escrito por: Toni Rodrigues e Roberto Batista
quarta-feira, 30 de abril de 2008
GRITO DE ALERTA ÀS MULHERESNo Brasil, estima-se que o câncer do colo de útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres, estima-se que surgem por ano no País cerca de 20 mil casos, com 5 mil mortes (25%).
Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo de útero. Os fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, como baixa atividade sexual antes dos 18 anos de idade, pluralidade de parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), maus hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais.
O exame preventivo do câncer do colo do útero - conhecido popularmente como exame de Papanicolau - é indolor, barato e eficaz, podendo ser realizado por qualquer profissional da saúde treinado adequadamente, em qualquer local do país, sem a necessidade de uma infra-estrutura sofisticada. Ele consiste na coleta de material para exame na parte externa (ectocérvice) e interna (endocérvice) do colo do útero. O exame possibilita a identificação de lesões causadas pelo HPV no início. Se já houver câncer, um diagnóstico precoce torna possível um tratamento com sucesso.”“.
A fim de garantir a eficácia dos resultados, a mulher deve evitar relações sexuais, uso de duchas ou medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nos dois dias anteriores ao exame e não se submeter ao exame durante o período menstrual.
Toda a mulher que tem ou já teve atividade sexual deve submeter-se a exame preventivo periódico, especialmente dos 25 aos 59 anos de idade. O exame deve ser feito dez ou vinte dias após a menstruação, pois a presença de sangue pode alterar o resultado.
Os principais sintomas do câncer do colo do útero é o sangramento no início ou no fim da relação sexual e a ocorrência de dor durante a relação sexual.
Mantenha seu exame preventivo em dia.


